Daniela Escobar fala sobre “A Garota da Moto”: “foi como fazer cinema para a televisão”

(Foto: Daniela Escobar na coletiva de imprensa "A Garota da Moto"/Paulo Carvalho/Bastidores da TV)
(Foto: Daniela Escobar na coletiva de imprensa “A Garota da Moto”/Paulo Carvalho/Bastidores da TV)

A atriz Daniela Escobar falou com alegria sobre a nova aposta do SBT para o horário nobre, “A Garota da Moto”. A estreia da série está marcada para o próximo dia 13 de julho, às 21h30.

Durante a coletiva de imprensa da série, que ocorreu na sede do SBT, em São Paulo, Daniela dividiu com os jornalistas como foi o processo de criação da sua personagem, a vilã Bernarda. “A Bernarda foi uma composição junto com os meus diretores. Foi uma coisa incrível, porque eu geralmente escolho uma música e a partir de uma música que eu ache que seja a cara da personagem. Me inspiro pela música, e como essa mulher é maluca, uma milionária [que por ser milionária não precisa de dinheiro], ela casa com outro milionário. São dois excêntricos, filhos da mãe que fazem o que querem, ele tem as amantes que ele quer, ela tem os dela, eventualmente, mas quando entra uma mocinha que tem um filho, aí bagunça o coreto dela. ‘Ele pode ter quantas amantes ele quiser, mas não pode ter um filho, como assim? Eu não tenho um filho, como é que ela vai ter um filho?’, aí bagunça a herança”.

Daniela afirmou que nunca fez uma personagem tão forte quanto Bernarda. “Ela é uma psicopata, uma maluca que acha que pode matar uma criança por dinheiro… Ela é uma viúva negra, ela vai traçando e eliminando, e eu achei isso fantástico, eu não tinha feito nada parecido. Então foi a partir de muitas conversas com a direção, nós ensaiamos muito, nós fizemos muitas leituras”.

A atriz ainda elogiou a direção e produção da série ao afirmar que “foi como fazer cinema para a televisão”. Daniela declarou que o tempo oferecido pela Mixer, a produtora responsável, juntamente com as coprodutoras, FOX Life e SBT, foi crucial para que o trabalho pudesse ser realizado. “A gente pega o roteiro de hoje para amanhã, a gente tem no máximo duas ou três semanas para tudo: para os ensaios, para a leitura, para a coletiva de imprensa, para inventar o personagem na cabeça, amadurecer, e eu tive esse tempo, então foi muito bom, foi muito positivo. Eu nunca tinha sentado tanto tempo com diretores pra falar do personagem. Isso a gente faz no teatro. Teatro e no cinema. Na televisão foi a grande surpresa. Foi assim que a Bernarda nasceu, sem música inspiradora.”

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