Em entrevista inédita, Serginho Groisman conversa com o médium João de Deus

Foto: Globo/Ramón Vasconcelos
Foto: Globo/Ramón Vasconcelos

No interior de Goiás, uma pequena cidade passa seus dias entre o vaivém de turistas que chegam semana após semana com um único objetivo. Atraídos pelas histórias contadas e movidos pela fé, eles procuram por João de Deus, em Abadiânia, para curar alguma enfermidade. Neste sábado, dia 10, o ‘Altas Horas’ desembarca no município a fim de mostrar como é o processo pelo qual essas pessoas passam em busca de tratamento espiritual com o médium, que atende milhares de fiéis. Em uma conversa franca com Serginho Groisman, João de Deus explica como realiza suas cirurgias – espirituais e físicas – e um pouco mais sobre sua trajetória. “Eu senti uma energia muito forte lá dentro”, explica o apresentador sobre a Casa Dom Ignácio Loyola, onde são realizados os tratamentos e onde ele recebe, inclusive, muitos estrangeiros.

Quando o assunto é fé, a atriz Ingrid Guimarães comenta ter uma relação próxima com a religiosidade e até se lembra dessa característica marcante em Heloísa Périssé, amiga e colega de profissão. “Ela reza inclusive antes das refeições. Nós duas juntas no camarim é uma rezadeira só!”, revela, com o bom-humor de sempre. “Chimbica”, como é chamada carinhosamente pelos amigos de longa data de Goiânia, cidade onde nasceu, Ingrid relata como ganhou o apelido. A brincadeira é resquício da infância, como afirma a atriz, por ser uma criança que andava devagar.
Já entre os amigos de Cauã Reymond, até hoje o apelido que perdura é “Feio”. Mas a plateia do ‘Altas Horas’ discorda do nome, inclusive Mustafary (Marco Luque) ressalta a beleza do ator e desabafa: “Você tem algum defeito? Você não para nem de rir, seja chato, por favor!”. Um dos protagonistas da série ‘Justiça’, Cauã está muito satisfeito com o resultado desse trabalho, que considera “uma forma diferente de se comunicar com o público”.

Ingrid elogia a atuação do colega e – após ver a cena em que Beatriz (Marjorie Estiano) pede a Maurício, personagem de Cauã, a prática da eutanásia – solta: “Fiquei sem ar ao ver essa cena, tive que sair da sala para me recompor”.
A emoção – e seu controle – também são abordados na conversa com o ginasta Arthur Zanetti, medalhista de prata dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Para conquistar os melhores resultados, ele explica que a concentração é um dos itens mais importantes durante uma competição. Para ele, aproximadamente 70% da preparação é puramente “mental”. “Pode gritar à vontade que não vou escutar nada”, responde à pergunta de Ingrid Guimarães sobre a relação entre o atleta e os torcedores. Da arquibancada, Juliana, namorada de Zanetti, estampa o orgulho de ter visto o namorado competir ao vivo no evento.

Também do alto, estão os músicos Humberto Gessinger, do Engenheiros do Hawaii, e Simoninha. Humberto cumprimenta os conterrâneos do Rio Grande do Sul, presentes na plateia, e entoa sucessos como “O Papa é Pop” e “Era um Garoto que Como Eu”. Já Simoninha traz o ritmo e a batida do samba rock para a arena.

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