Coluna: Record poderá sofrer ataque do SBT como em 2009

(Foto: Reprodução)
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Em 2009, a TV aberta estava acirrada pela vice-liderança, Record e SBT travaram inúmeras batalhas para a consolidação do segundo lugar em São Paulo e nas demais praças do país. Naquele ano, um fato histórico ocorreu entre ambas as emissoras que mexeu não só com o caixa de cada uma, mas interferiu nas estratégias das demais emissoras.

O apresentador Gugu Liberato era a maior audiência do SBT aos domingos, ano em que a emissora não estava na sua melhor fase. A Record, principal concorrente, viu a oportunidade de tirar a galinha dos ovos de ouro da emissora de Silvio Santos por incríveis R$ 3 milhões mensais. Gugu, após conversar com Silvio Santos resolveu apostar na proposta da concorrente. Para deixar claro, o apresentador na época era, além de Silvio Santos, a figura mais importante do canal, e você perder essa figura é algo quase que irreparável. A pancada foi sentida, mas o dono da emissora não ficou por baixo e numa tacada trouxe Eliana, Roberto Justus, Tiago Santiago (autor de novelas), Richard Rasmussen, e algumas peças importantes para os bastidores.

Após 7 anos, a Record poderá sofrer o mesmo ataque. Roberto Cabrini está na mira da direção da Record. Tanto o jornalista quanto a emissora tem um bom relacionamento, ele esteve no comando de um programa jornalístico na emissora durante anos e garantia altíssimos índices de audiência. O fato é que, no SBT, Cabrini não é um Gugu, mas tem o enorme respeito de Silvio Santos. E caso a emissora de Edir Macedo tenha a real intenção de tirar Cabrini do SBT, poderá ver o seu casting diminuir.

Luiz Bacci, Cesar Filho, Ana Hickmann, Geraldo Luís, Rodrigo Faro e até Gugu Liberato, entre outras estrelas da casa. Seria uma pancada ainda maior.

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