No “Jornal Nacional”, série “Perfis” conta a trajetória de atletas olímpicos sob o olhar de Pedro Bassan

Vitor Zanetti, Pedro Bassan e Arthur Zanetti. Foto: Globo/Divulgação
Vitor Zanetti, Pedro Bassan e Arthur Zanetti. Foto: Globo/Divulgação

Aos 44 anos, 19 de Globo, Pedro Bassan já soma uma carreira esportiva extensa. São cinco Copas do Mundo, mais cinco Jogos Olímpicos, dois anos como correspondente na China e mais quatro em Portugal. Um dos principais repórteres da emissora, Bassan é o âncora da nova série do “Jornal Nacional”. “Perfis” é o projeto, que teve início na Copa do Mundo com histórias dos jogadores da Seleção Brasileira, e agora sai dos gramados e invade as quadras e pistas olímpicas. Um trabalho de um ano, 21 viagens e 170 horas de gravação em busca das histórias, curiosidades e intimidade de alguns dos principais atletas que vão representar o Brasil na Rio 2016.

São 16 trajetórias impressionantes para emocionar o público e trazer ainda mais o espírito olímpico para a casa dos brasileiros. O campeão olímpico Arthur Zanetti é o atleta da estreia, na próxima segunda-feira, dia 11 de julho. Zanetti é um dos principais nomes da ginástica artística do Brasil e um dos favoritos à medalha de ouro nas argolas, tendo a chance de se tornar bicampeão da modalidade. Thiago Pereira, da natação, Fabiana Claudino, do vôlei, Sarah Menezes, do judô, Yane Marques, do pentatlo, e Izaquias Queiroz, da canoagem, são alguns dos perfis que também estarão em destaque em julho no ‘Jornal Nacional’.

Bassan teve como critério para selecionar as 16 histórias os títulos em edições anteriores, o equilíbrio entre homens e mulheres e a preocupação de não mostrar apenas esportes conhecidos. “Acho que o Brasil nunca esteve tão preparado para ganhar medalhas olímpicas, vamos torcer e ver o que vem de bacana pela frente”, comenta o repórter.

Durante a gravação da série “Perfis”, o repórter, sempre contido, se emocionou. “Geralmente me seguro bastante durante as reportagens. Mas quando fiz a história do Leandrinho, do basquete, para essa série, não aguentei e desabei. Acho que já vinha trabalhando há uns 10 meses nestas trajetórias tão sofridas e de superação. Chorei muito. Foi a primeira e espero que a última vez que eu chorei”, brinca o repórter.

Durante os Jogos Olímpicos, Bassan vai cobrir o vôlei masculino e feminino, além das cerimônias de abertura e de encerramento. “Olimpíada é uma emoção atrás da outra, tem muita história. É até difícil escolher a melhor”.

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