Programas da TV Brasil – Inéditos para quinta-feira (04/08)

Caminhos da Reportagem_Emanuel, com a arena do volei de praia ao fundo
Caminhos da Reportagem, TV Brasil, quinta-feira (4/8), às 22h

Rio, cidade olímpica

O Caminhos da Reportagem vai mostrar como o Rio de Janeiro se preparou para os Jogos Olímpicos. Uma maratona de sete anos até o acendimento da pira olímpica no estádio do Maracanã, no próximo dia 5. O programa mostra quem nem tudo correu de acordo com o previsto. Várias dificuldades surgiram nessa trajetória de preparação da Cidade Olímpica, como a polêmica da implantação do campo de golfe; denúncias de que a área seria de proteção ambiental. Outra controvérsia envolveu a retirada da comunidade da Vila Autódromo, vizinha ao Parque Olímpico. Apesar de tudo, a cidade ficou pronta para os jogos. Se por um lado houve grande avanço na estrutura de transportes, o legado ambiental prometido, com a melhora da qualidade da água da Baía de Guanabara e das Lagoas da Barra da Tijuca, ficou a desejar.
No Caminhos da Reportagem o espectador vai poder conhecer os principais locais de competição e ouvir a opinião de atletas, campeões olímpicos, jornalistas e organizadores. Entre os entrevistados estão o velejador Robert Scheidt, maior medalhista brasileiro; Ana Sátila, promessa da canoagem e Emanuel, um dos maiores nomes do vôlei de praia brasileiro.

Memória do Esporte Olímpico, TV Brasil, quinta-feira (4), às 19h
México 1968 – A Última Olimpíada Livre

Nesta quinta, a série exibe o longa dirigido por Ugo Giorgetti contando a his­tória da primeira edição latino-americana das Olimpíadas, realizada no México em 1968. Trata-se de uma edição, como diz o próprio diretor, fascinante dos Jogos – e também di­visora de águas. Primeiro, por ocorrer em um contexto político mundial definidor – era a épo­ca da Guerra do Vietnã, da ditadura militar no Brasil, de maio de 1968, em Paris, da invasão da Tchecoslováquia pela União Soviética e, cla­ro, foi a última Olimpíada antes do sequestro da delegação israelense, ocorrida nos Jogos seguintes, em 1972, em Munique.

Além desse aspecto político, que passaria a dominar muito mais fortemente a realização dos Jogos nas edições subsequentes, também foi a última Olimpíada amadora, já que o aprimoramento e o desen­volvimento técnico, até por conta da politização do evento, avançaram sobremaneira.

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