“Velho Chico”: Encarnação foi a responsável pela morte de Capitão Ernesto Rosa

(Foto: Reprodução/TV Globo)
(Foto: Reprodução/TV Globo)

Velho Chico” entrou na sua reta final e várias revelações virão à tona nos próximos capítulos. Entre elas, a pessoa responsável pela morte do Capitão Ernesto Rosa (Rodrigo Lombardi). Sempre culpado pelo crime, Afrânio (Rodrigo Santoro/Antonio Fagundes) não foi o mandante, mas foi alguém da família de Sá Ribeiro.

De acordo com as informações do site “Notícias da TV”, Encarnação (Selma Egrei) estará na capela da fazenda lembrando da sua vida com Jacinto (Tarcísio Meira), quando chegará o padre Benício (Carlos Vereza). “Cheguei nessa fazenda menina de tudo, ao lado de Jacinto. Não sabia nada dessa vida e o que aprendi foi com meu marido”, começará. “Fizêmo mais por essa gente que governo nenhum! Tanto que quando ele se foi a cidade toda chorou sua morte!”. Ela conta ainda que na morte do marido, o único que não prestou condolências a família do Rosa. “O único que não prestou seu respeito a ele foi capitão Ernesto Rosa! De resto, dos inimigos até os amigos da política, vieram todos! O ordinário disse que defunto ruim feito Jacinto ele não bebia, veja se pode?”, contará a matriarca da família. “Essa história eu conheço, mas a senhora não me trouxe aqui pela memória de seu finado marido e, muito menos, para criticar capitão Rosa, não foi?”, responderá o sacerdote.

Com as lembranças, Encarnação dirá ao padre que cometeu um dos maiores pecados que uma mãe poderia. “É duro enquanto mãe admitir que meu maior pecado, e o único que considero grande o bastante, tenha sido com meu filho! O que fiz a Afrânio não sei se Deus terá a grandeza de perdoar, porque eu mesma não perdoo!”, dirá. “Quando Jacinto morreu, Afrânio e eu nos aproximamos. E, quanto mais perto chegávamos um do outro, mais nos afastávamos de nós. Eu queria ele à frente disso, precisava que ele tomasse pulso de tudo”, desabafará. O padre, no entanto, dirá que Afrânio aceitou ser coronel, mas Encarnação revelará o real motivo da sua permanência em Grotas. “Ele escolheu ficar em Grotas, o caminho quem fez fui eu! E hoje vejo o quanto errei. Eu matei meu filho, padre, no dia que encomendei a morte do capitão Ernesto Rosa!”, revelará ela.

Padre Benício, chocado com a revelação perguntará. “A senhora então foi a mandante da morte do capitão Ernesto Rosa? Não Afrânio, como todos acreditam, mas a senhora?!”. Encarnação responderá: “Eu pedi, pedi e pedi pra Afrânio cuidar dessa briga, mas ele não teve peito pra fazer o que era preciso, precisou fazer eu!”.

“Matar um homem!?!”, perguntará Benício. “Que estava matando minha família! E, se não morresse, teria extinto os de Sá Ribeiro da lembrança desse mundo para sempre!”, explicará a vilã. Benício não entenderá porque a mãe seria capaz de deixar o filho ser o culpado da morte de Rosa. Encarnação responderá que foi pedido de Afrânio. “Ele que quis assim, padre! Eu ia assumir isso, mas Afrânio não permitiu, me fez jurar que não iria contar isso para ninguém, e nunca contei!”, falará ela. “Não me orgulho, padre, nem fiz porque quis, fiz o que tinha que ser feito! Foi uma medida extrema, mas era ele ou nós!”, justificará Encarnação.

 

 

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