Relembre os famosos que já foram atacados por fãs

A apresentadora Ana Hickmann, da Record, foi surpreendida no último sábado (21) quando um fã armado invadiu o quarto onde a modelo estava hospedada em Belo Horizonte, Minas Gerais, e ameaçou matá-la.
Em entrevista ao “Domingo Espetacular”, Ana declarou que tinha certeza de que seria assassinada por Rodrigo Augusto de Pádua, de 30 anos. Nas redes sociais, o invasor já havia demonstrado por diversas vezes seu fanatismo pela apresentadora.
Rodrigo abordou o cunhado dela, Gustavo Corrêa, e o obrigou a levá-lo até o quarto em que Ana estava com a cunhada, Giovana Oliveira. Foram quase 20 minutos de ameaças até que o cunhado tomou a arma e atirou duas vezes na nuca do agressor, que morreu no local.
Antes do fim trágico, Rodrigo chegou a disparar duas vezes. Os tiros atingiram Giovana na barriga e no braço. Ela continua internada, com um quadro de saúde estável. Assim como Ana Hickmann, outros famosos, no Brasil e no mundo, já foram atacados. Infelizmente alguns não tiveram a mesma sorte e foram assassinados por fãs.
John Lennon

John Lennon teve uma morte trágica. O integrante da banda “The Beatles” morreu após ser baleado na porta de casa, no Central Park West, em Nova York, nos Estados Unidos, em 8 de dezembro de 1980. Antes de cometer o homicídio, Mark Chapman pediu que o ídolo autografasse uma cópia do disco “Double Fantasy”.
Às autoridades, o atirador, que era obcecado por Lennon, contou que ouvia vozes, apesar de nunca ter sido diagnosticado com algum problema neurológico. Mark hoje cumpre uma sentença de prisão perpétua.
Selena Quintanilla-Pérez

A cantora americana morreu no auge de sua carreira, aos 23 anos, em 31 de março de 1995, logo após emplacar seu álbum na lista dos mais vendidos da BillBoard e ganhar um Grammy. Na época, o pai de Selena descobriu que a presidente do fã-clube da cantora e admistradora das lojas de Selena, Yolanda Saldívar, estava desviando dinheiro.
Durante um encontro, Selena confrontou a fã, que tirou uma arma da bolsa e ameaçou se matar. Assustada, a cantora correu, mas acabou baleada. Antes de morrer, Selena conseguiu ligar para a polícia e denunciar a atiradora, que acabou presa. Yolanda cumpre pena de prisão perpétua.
Rebecca Schaeffer

Estrela da série “My sister Sam”, Rebecca também morreu jovem, aos 22 anos. A atriz foi perseguida por três anos pelo fã Robert John Bardo, que, no dia 18 de julho de 1989, abordou a americana na porta de casa e a matou a tiros.
Dimebag Darrell

O baterista da banda “Damageplan” Dimebag Darrell morreu aos 38 anos, quando foi baleado por um fã, que invadiu o palco onde o grupo se apresentava na cidade de Columbus, em Ohio, nos Estados Unidos, em 8 de dezembro de 2004.
Nathan Gale deu cinco tiros no astro e, antes de ser morto pela polícia, matou outras três pessoas e feriu outras 10. Antes de atirar, Gale acusou Darrell de ter acabado com a banda Pantera, na qual tocou por 22 anos antes de deixá-la, naquele ano.
Ronald Reagan

O ex-presidente dos Estados Unidos escapou da morte após ser baleado em 31 de março de 1981, em Washington. Na ocasião, o atirador John Hinckley Jr. foi detido. Ele confessou posteriormente que cometeu o ataque porque queria chamar a atenção da atriz Jodie Foster, de quem era muito fã.
Sandra Bullock

Em agosto de 2014, a atriz americana teve a casa invadia por um fã, que tentou se aproximar dela, enquanto estava armado. A americana conseguiu se esconder e chamar a polícia, que acabou prendendo o suspeito. Joshua Corbett permanece detido pela invasão.
Cláudio Heinrich

Em 2006, enquanto estava em uma boate na Zona Oeste do Rio para o aniversário de uma amiga, o ator foi atacado por um fã que queria fazer uma foto com ele. O agressor atacou Cláudio com um copo de vidro, ferindo no rosto e no pescoço. O homem, em seguida, foi preso.
George Harrison

No dia 30 de dezembro de 1999, o beatle George Harrison foi atacado a facadas em casa, em Oxfordshire, a oeste de Londres, por um fã usuário de drogas. O cantor levou 30 facadas no peito, mas sobreviveu. O agressor Michael Abram foi preso logo após o atentado.
