Band reacende as chamas do “MasterChef Brasil” com provas inéditas, tensão e muita competitividade
A Band estreia na próxima terça-feira (26/05), às 22h30, uma nova temporada do MasterChef Brasil. Para os supersticiosos, 13 é sinal de azar, mas dentro da cozinha mais amada do país, a 13ª edição é sinônimo de comida boa, dinâmicas totalmente inéditas e uma turma que não vem para brincar. O programa também será exibido pela plataforma de streaming HBO Max e pelo canal Discovery Home & Health a partir do dia 29, sempre às sextas-feiras, às 20h30.
Em ano de Copa do Mundo, a atração embarcará no clima de torcida. Enquanto a bola rola no gramado, as panelas funcionam a todo vapor nas seletivas que adotam o esquema tático de grandes torneios de futebol. Vinte e quatro participantes, vindos de diversas regiões, invadem o campo em busca de um avental. É necessário ter habilidade para superar todas as etapas dessa árdua peneira, com direito à fase de grupos, mata-mata e até pênaltis.
No terceiro episódio, 18 cozinheiros de 12 estados diferentes, com idades entre 18 e 60 anos, ingressam oficialmente na briga pelo troféu. Daí em diante, é cada um por si. “Teremos provas imponentes no estúdio. Os candidatos vieram com a estratégia de passar por cima uns dos outros, então está extremamente competitivo. Queremos salientar que o MasterChef transformou inúmeras vidas desde 2014, é o maior talent show de gastronomia do Brasil, mas é um jogo. A audiência começará amando alguns integrantes, poderá odiá-los no meio do caminho, e se apaixonar por eles até o fim”, avisa a diretora-geral Marisa Mestiço.
Ao longo de 19 semanas, Erick Jacquin, Helena Rizzo e Henrique Fogaça vão se mostrar tão rigorosos quanto juízes de futebol. Precisão, técnica, habilidade e sabor são indiscutíveis para o trio de jurados, que segue ditando as regras, criando obstáculos para analisar a aptidão e os limites dos jogadores, e mandando o papo direto. “Atualmente, o acesso a referências para pesquisa é amplo, o que pode ser positivo ou negativo. Às vezes, quem consome conteúdo de culinária, mas não pratica, tem a falsa sensação de apropriação do conhecimento. Com isso, acaba tentando dar um passo acima das próprias possibilidades e fica para trás, já que esta área demanda o exercício constante”, avalia Helena.
O êxito da produção faz com que os adversários cheguem preparados. “Os perfis são interessantes e há pessoas que trabalham bem. A pressão é alta e sinto que, com o tempo, ela está aumentando. Hoje, alguém que entra sem entendimento de sobremesa e chocolate tem poucas chances de vencer. É preciso ter uma noção geral. Já percebemos que eles discutem e se culpam entre si pelos erros, pois entenderam que a experiência é muito potente e que, eventualmente, o personagem tem a mesma importância que a técnica”, ressalta Jacquin.
Nesta edição, os desafios lendários foram convocados outra vez. O Leilão surge clássico e irreverente. As Caixas Misteriosas conquistam uma versão repaginada com missões complexas. As tarefas em equipe serão carregadas de tensão. “O problema é que o MasterChef sempre apresenta pegadinhas e situações que os concorrentes não conhecem. Planejamento é essencial e, principalmente, equilíbrio emocional. Se formos rígidos e o indivíduo não estiver pronto para lidar com isso, vai afundar nos embates. Aqueles que ouvem críticas duras, reconhecem os tropeços e procuram se aperfeiçoar, conseguem evoluir”, destaca Fogaça.
Os aspirantes a chefs terão de agradar o paladar de motoboys famintos, de influenciadores exigentes e de cantores emblemáticos. O “Ranking” foi criado para testar as artimanhas dos competidores, ao mesmo tempo em que o novo “Amo ou Odeio” vai deixar o ambiente eletrizante de tanta faísca.
Durante a disputa, será imprescindível desbravar receitas pouco conhecidas, desenvolver ingredientes exóticos, voar para lugares distantes por meio do sabor, celebrar festivais nacionais e internacionais, enaltecer as raízes nativas, revisitar o passado e refletir sobre sustentabilidade e desperdício. O júri promoverá aulas memoráveis, trazendo criações únicas e autorais que vão inspirar os espectadores.
No ar há mais de uma década, o MasterChef Brasil se consolidou como o principal talent show culinário do país e continua reforçando a forte relação dos brasileiros com os alimentos, tornando-se um fenômeno cultural ao popularizar termos técnicos antes restritos a especialistas do ramo. A marcante presença no digital e a incessante capacidade de se reinventar ajudam a explicar o sucesso duradouro.
Premiação – Além do troféu de campeão, símbolo máximo da competição, o (a) vencedor (a) vai embolsar um prêmio de R$ 300 mil. O (a) ganhador (a) fará uma imersão em Lisboa (Portugal) a convite da Nomad para explorar os temperos e a cultura local. Da Havan, ele (a) levará um vale-compra no valor de R$ 30 mil para viver uma experiência de compras inesquecível. Já a Le Cordon Bleu oferecerá um curso na mais renomada escola de gastronomia do mundo. O segundo colocado, por sua vez, terá a oportunidade de estudar pâtisserie com os melhores profissionais do segmento.
Patrocinadores – A temporada conta com os seguintes anunciantes: Cacau Show, Heinz, Kitchen, Nestlé e Nomad (cotas Master); e Bombril, Casillero del Diablo, Dona Benta, Havan e Pilecco Nobre (cotas Chef). A emissora negociou ainda uma cota de participação NET com o Sescoop (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo) e uma local para São Paulo com o Azeite Total MasterChef.
Criado por Franc Roddam, o formato MasterChef é representado internacionalmente pelo Grupo Banijay. O programa é produzido pela Endemol Shine Brasil para a Band e para o Discovery Home & Health. O talent show vai ao ar às terças-feiras, às 22h30, na tela da Band em simulcast no Band.com.br e no aplicativo Bandplay. A atração será disponibilizada pela HBO Max e pelo Discovery Home & Health a partir de 29 de maio, sempre às sextas-feiras, às 20h30. O público pode conferir tudo pelo canal oficial no YouTube.
