Coluna: A vida de Danilo Gentili antes da fama

Coluna: A vida de Danilo Gentili antes da fama

Não é bem assim que aconteceu...

Gente, já é quarta? Nossa, como passou rápido! Bom, trago novidades, que rufem os tambores… “Amanhã é feriado!”… IUPI! Não podia ser melhor, concordam? E nada mais vantajoso do que uma das estórias do Benê para alegrar a vida de vocês. Gostaria de agradecer o público da semana passada, que empenhou-se em divulgar, criticar e elogiar a coluna. Confesso que fiquei engrandecido. Obrigado a todos!

Let’s go!

Assim como o texto anterior, este também foi pedido há certo tempo. Sim, ele voltou, Danilo Gentili e suas peripécias. Você não se lembra do último texto publicado por mim aqui no Bastidores da TV? Então o acesse, clicando AQUI.

Danilo bebum
Direitos de imagem (@Andre_Liberal )

Lembrando que as notícias postadas nesta coluna não condizem 100% com a realidade. Mas, por conta disso, não emburre. Desfaça este semblante carrancudo e abra o sorriso lindo que você tem. Venha se divertir comigo. Sigam-me os bons!

A vida é uma caixinha de surpresas. Na minha juventude sempre prezei pela boa paquera, uns amassos aqui e outros ali, mas nunca, juro para vocês, nunca tive um relacionamento que perdurasse por mais de três meses, o último rendeu-me até uma passagem no programa do João Kleber na RedeTV. Sei que meu charme é de outro mundo, minha aparência impecável, sem falar no bolso cheio de grana. Onde estou? Este não sou eu… As pingas de ontem a noite estão com efeito retardado, só pode! Mas voltando ao assunto… E não é que eu me esqueci. Mas fica o registro da minha perfeição.

Você leitor deve estar se perguntando: “Mas que cargas d’água, esse assunto tem relação com o Danilo Gentili?”. Não ficou claro? Eu o descrevi acima. Ainda não entendeu? Pois bem, vou-lhes explicar melhor.

O segredo aqui é simples, meus amigos. Eu, Benevides Tibúrcio, sou amigo de infância de Danilo Gentili. Duvidam? Eu sei que ainda não desperto confiança (chorando). Se não fôssemos amigos, eu não saberia que ele dormiu na cama até os 12 anos, assistia aos “Power Rangers” só para aprender os golpes, tomava banho somente aos finais de semana e feriados e outras cositas más. Eu o conheci na escola, quando ele, sem querer querendo, caiu do telhado bem em cima da minha salada de alcachofra com repolho e brócolis. Fiquei “fula” da vida.

Crescer em Santo André não foi tarefa fácil, acordar cedo e ir para escola exigia um esforço tamanho que nossas preguiças unidas não conseguiam vencer. E olha que bastava descer apenas 13 quarteirões para chegar. A cada ano que passava, eu notava melhorias nas “tentativas” inusitadas de gerar o humor que Danilo pregava. Qualquer situação era motivo para um bullying: “a gorda que caia da escada”, “o professor que escrevia errado na lousa” e, o melhor

e mais preferível dele, quando o diretor Fred, ao aplicar seus sermões, cuspia em todos os alunos. Danilo o apelidou de chuva ácida.

O prazer pela bebida começou cedo. Lembro que aos treze anos nos embebedávamos sem pensar no amanhã. Esses abusos frequentes nos levaram a uma intoxicação alimentar, também, misturar toddyinho e água de coco, ambos sem agitar, não era obra de Deus.

A espera foi grande, mas quando completamos 18 anos estipulamos uma meta… Estudar em uma conceituada faculdade, para só assim conseguirmos trilhar uma carreira de sucesso. Marcamos as opções num guardanapo de papel: Harvard, Stanford, Princeton e, por último, USP. Sonhar não bastou, o futuro resolveu foi pregar uma peça na gente. A única instituição que nos aceitou foi a da nossa própria cidade, era pegar ou largar. Restou apenas aceitar.

Danilo aprontava sem pensar. Quando saia da sala para ir ao banheiro, ficava horas e horas trancado no sanitário (o que ele fazia lá dentro?). Só Deus sabe! Quando voltava para a sala, era expulso e assim sucessivamente. Nas raras exceções em que permaneceu na sala de aula, eram em situações de última instância, ou seja, quando tinha prova, afinal de contas ele dominava o pedaço. Colava e passava cola geral.

O palhaço da turma foi crescendo e aflorando seus defeitos, mas principalmente desenvolvendo seu lado humorístico. Seu primeiro teste foi entreter um grupo de idosas do teatro beneficente que a faculdade organizou. Seu stand-up fez sucesso entre a terceira idade. As velhinhas aplaudiram de pé e gritavam… “GOSTOSO” sem parar. Ele guarda até hoje algumas dentaduras e sutiãs das coroas mais “enxutas”.

As oportunidades na TV não demoraram para acontecer, e eu, bobo nem nada, tornei-me seu assessor. E, no primeiro teste, rolou cada coisa…

Mas isso é assunto para a coluna da semana que vem. Sinto muito, vou deixa-los na curiosidade.

Colaboradores:

Arte: @Andre_Liberal 

Revisão de texto: @willmelomorais

 

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Até quarta que vem! #Partiu

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